The Witcher 4 pode estar adotando mecânica de exploração presente em Assassin’s Creed- Opinião
The Witcher 4 é agora o grande foco da CD Projekt Red após sua longa e complexa jornada com Cyberpunk 2077 — título que, inclusive, já possui uma sequência em desenvolvimento, o Project Orion, atualmente em estágio inicial. Dito isso, a nova entrada da franquia — o primeiro jogo de uma nova trilogia — trará […] O post The Witcher 4 pode estar adotando mecânica de exploração presente em Assassin’s Creed- Opinião apareceu primeiro em Combo Infinito.

The Witcher 4 é agora o grande foco da CD Projekt Red após sua longa e complexa jornada com Cyberpunk 2077 — título que, inclusive, já possui uma sequência em desenvolvimento, o Project Orion, atualmente em estágio inicial.
Dito isso, a nova entrada da franquia — o primeiro jogo de uma nova trilogia — trará consigo muitas mudanças, começando pelo uso da Unreal Engine 5, em substituição à Red Engine. Outra mudança importante será no protagonismo: Ciri assumirá o papel principal. Ela era uma personagem coadjuvante (e jogável em alguns momentos) em The Witcher 3, lançado em 2015.
Embora essa escolha divida opiniões, para a CD Projekt Red, Ciri foi uma escolha natural para conduzir a nova história. Ela seguirá uma abordagem completamente diferente da de Geralt. Neste novo jogo, a portadora do sangue ancestral tornou-se uma bruxa, seguindo os passos do seu mentor. Essa narrativa se conecta diretamente a um dos três finais de The Witcher 3. No entanto, o estúdio garantiu que todos os demais finais também serão respeitados.
Resposta ao feedback

Além dessas mudanças, há outro aspecto que pode representar um dos grandes aprendizados do estúdio — e do qual The Witcher 4 poderá se beneficiar. Em entrevista exclusiva ao Combo Infinito, a equipe conversou com Sebastian Kalemba, diretor de The Witcher 4. Ele também trabalhou em The Witcher 3 e em Cyberpunk 2077. A pergunta feita foi se o novo jogo traria uma forma mais orgânica de exploração. O questionamento se baseou nos excessivos pontos de interrogação no mapa de The Witcher 3, algo que gerou críticas entre os fãs.
Em resposta, Kalemba afirmou que o estúdio recebeu esse feedback. Ele garantiu que, para The Witcher 4, querem entregar uma exploração mais orgânica, equilibrando a experiência de quem prefere ser guiado com a de quem busca descobrir o mundo com o mínimo de interferência na tela:
“Estamos explorando maneiras de dar mais escolha aos jogadores sobre como as informações são apresentadas, com imersão e liberdade tendo um papel central. Alguns preferem uma experiência guiada, enquanto outros gostam de descobrir o mundo com o mínimo de interface — e The Witcher 4 quer respeitar ambos.”
Comparação com outros sistemas de exploração

Com base nessa declaração, podemos especular que The Witcher 4 poderá adotar um sistema de exploração similar ao da Ubisoft em Assassin’s Creed desde Odyssey (2018). Nele, o jogador escolhe entre um modo de exploração guiada ou um mais imersivo, baseado em pistas e interpretação.
Em Assassin’s Creed Shadows, por exemplo, esse sistema ainda mais refino. O “modo exploração” oferece dicas textuais e exige que o jogador encontre o local por conta própria. Também permite usar batedores recrutáveis para investigar áreas específicas com base em informações dos objetivos. Já o “modo guiado” mantém as informações na tela, com os objetivos automaticamente marcados no mapa e na bússola.
Claro que, para The Witcher 4, esse sistema precisará ser coerente com o universo de fantasia medieval da franquia. Ainda assim, é possível acreditar que a CD Projekt Red está desenvolvendo algo semelhante. O jogador poderá escolher entre a experiência tradicional com marcadores ou uma exploração mais imersiva. Isso incluiria conversas com NPCs, coleta de pistas e intuição para cumprir missões principais e descobrir conteúdos secundários.
Ainda será uma experiência guiada?

Não parece provável que veremos uma progressão totalmente livre como em Elden Ring, nos dois novos títulos de The Legend of Zelda, ou em jogos como Atomfall e o futuro Hell is Us. A proposta de The Witcher sempre foi mais guiada, com missões principais e secundárias bem roteirizadas e de altíssima qualidade. Para esse novo capítulo, a inovação pode estar na forma como exploramos esse mundo, seja através da narrativa ou da pura curiosidade do jogador.
Atualmente, The Witcher 4 encontra-se em produção total, com previsão de lançamento para 2027 ou além. Para mais informações recentes sobre o jogo, confira a entrevista completa com o diretor clicando aqui.
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